Seminário trouxe à tona a Base Nacional Comum Curricular

Sem título-1Numa parceria entre Secretaria de Educação de Itapetinga, Uesb/Campus de Itapetinga e APLB/Sindicato, aconteceu no Auditório da Uesb nos dias 9 e 10 o II Seminário da Base Nacional Curricular Comum do Território do Médio Sudoeste. O assunto tem mobilizado o país inteiro e a Bahia precisa acelerar suas discussões. Para o professor Reginaldo de Souza Silva, o assunto precisa ser levado mais a sério, pois “a base nacional comum é pré-requisito para discutir a melhor formação de professores”. Na opinião do professor, o Plano Nacional de Educação (PNE) apresenta muitas frentes para o desenvolvimento da educação brasileira, entre eles a definição da base nacional comum para os currículos da educação básica, que precisam ser amplamente discutidos. “A base nacional comum curricular estabelecerá quais conteúdos e competências os alunos devem aprender em cada ano de formação na educação básica, bem como estabelecerá as disciplinas obrigatórias na educação básica”.
Outro assunto bastante discutido durante o encontro, que no segundo dia reuniu professores também no auditório da Coopardo, foi a necessidade do documento acolher as diferenças regionais.
O professor Renan Coelho, representante da APLB/Sindicato, ao reforçar a importância da base nacional comum, destacou que o PNE determina que o documento seja encaminhado ao Conselho Nacional de Educação (CNE) até 24 de junho de 2016 e que todos devem atentar para a importância da consulta pública da proposta de Base Nacional Comum Curricular, realizada pelo Ministério da Educação, que já tinha recebido mais de 6 milhões de contribuições até esta quinta-feira, 10. “Escolas públicas e privadas, professores, organizações da sociedade civil e cidadãos têm prazo até 15 de março para enviar suas contribuições”.
A Base Nacional Comum Curricular é uma das estratégias estabelecidas pelo Plano Nacional de Educação (PNE) para melhorar a educação básica, que abrange a educação infantil, o ensino fundamental e o médio.

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