Paralisação dos professores: cobrando reajuste

asdc“A Lei do piso salarial foi legislada desde 2008, mas desde então alguns estados tem deixado de cumprí-la, estamos indignados com a forma que prefeitos e governadores tem tratado a educação”. Este foi um trecho do discurso do professor Renan Coelho, vereador do PCdoB e integrante da diretoria da APLB Sindicato em Itapetinga, feito durante a manifestação em apoio à Semana Nacional em Defesa e Promoção da Educação Pública, elaborada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação.

As aulas foram paralisadas na rede estadual na terça-feira, 23 e os alunos só retornaram às salas de aula na Sexta.

O movimento nacional pede o cumprimento do piso salarial nacional para os professores, que tramita no Senado Federal, e o cumprimento da lei do piso salarial, que hoje é de R$ 1.567 para professores de nível médio e carga horária de 40 horas semanais. De acordo com a APLB, o professor de nível médio recebe subsídio de R$ 1.569, o que não seria configurado como um salário base. A categoria pede a mudança no contra-cheque dos servidores.

Aqui em Itapetinga os professores não deixaram de cobrar os recursos que segundo eles foram desviados do Fundeb e cuja cobrança já virou uma rotina nas manifestações.

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