Marco Correa

modelo 1Nascido em 19 de setembro de 1965 no Rio de Janeiro, Marco Correia agora também é cidadão itapetinguense graças a um título que recebeu da Câmara de Vereadores, indicado por Marcos Gabrielli. Filho de Arlete e Donato Correia, é casado com Raquel Correia e pai de Marx e Suzana.
Bacharel em Direito pela Faculdade Brasileiras em 1994, tornou-se em seguida um empreendedor de sucesso, exercendo a advocacia e associando-se a empresas do Grupo Ilha Azul, formada por um pool de 12 corretoras de seguros com filiais em vários estados brasileiros. Empenhou-se também no ramo da construção civil e criou a Ethos Engenharia e Construções que já fez obras em vários locais e inclusive aqui em Itapetinga. “Realizamos obras no distrito de Bandeira do Colônia e aqui na sede fomos responsáveis pela construção da passarela sobre o Rio Catolé. E temos ainda a empresa Vita Ambiental, que é a mais jovem do grupo, com apenas quatro anos, trabalhando com toda a parte de coleta de resíduos urbanos, residencial e de saúde”, comentou o empresário, reforçando que a Vita já opera em Itapetinga desde fevereiro de 2013.
Sobre a cidade, disse ter por ela um carinho especial, pois aqui tem bons amigos e ainda parentes que muito lhe orgulham, a exemplo dos primos Bardal, Vera, Neide e o vereador Marcos Gabrielli, entre outros.
Integrante de um grupo empresarial bastante diversificado, Marco Correia tem uma rotina de muitas viagens. Reside em Vitória-ES, trabalha durante alguns dias em Belo Horizonte, depois desloca-se para João Pessoa, na Paraíba e sempre cumpre a agenda de visitas a Itapetinga. Com tantas idas e vindas, costuma dizer que tem uma vida “um pouco cigana”.
Disse também que gosta de verificar o resultado das obras pelas quais fica responsável, verificando o seu grau de importância para a comunidade, destacando o desempenho da Ethos. “Ela é uma empresa de engenharia e construção voltada essencialmente para a prestação de serviços no setor público, não trabalhamos no ramo imobiliário, atuamos junto aos municípios e ao estado na construção de obras públicas. Aqui em Itapetinga participamos de três licitações e ganhamos duas, resultando nos trabalhos de pavimentação e saneamento no distrito e a construção da passarela. Obras já concluídas e ainda não tivemos uma outra oportunidade por conta de a prefeitura não ter aberto novas licitações, mas estamos no aguardo de outras oportunidades”, disse Correa, revelando ainda que as obras eram do Governo Federal, frutos de convênio do Ministério das Cidades e Caixa Econômica Federal, pelo PAC, tendo o município de Itapetinga entrado apenas com uma pequena contrapartida.
O empresário disse que atualmente tocar obras públicas tem sido bastante complicado no país, sendo necessário se participar de um processo licitatório e até começar a obra efetivamente, a empresa demanda um certo período. Depois surgem os reajustes dos materiais necessários para o trabalho e isto acaba encarecendo a obra. “Sem contar que há uma burocracia no momento do pagamento. Precisa-se fazer a medição, passar pela prefeitura e receber o pagamento seja da Caixa ou do próprio tesouro, geralmente demora muito e em certas ocasiões resulta na paralisação de obras”, comentou, se recordando inclusive das dificuldades que passaram amigos seus da empresa DR Construtora, responsável pela construção de duas creches em Itapetinga e que até o momento não conseguiram terminar, por conta dos atrasos nos pagamentos, chegando a ficar praticamente um ano sem receber.
Para o empresário, cumprir os prazos estabelecidos por lei para início e término de obras públicas tem sido muito difícil de se cumprir. “A burocracia que existe no setor público e que infelizmente é de desconhecimento de grande parte da população, atrapalha muito o andamento das empresas prestadoras de serviços”.
Marco Correia disse que todos os sócios da empresa têm formação muito parecida: o respeito à mão de obra que empregam. “Nós temos uma filosofia muito parecida entre os sócios das empresas: é essencial que a nossa mão de obra, que é o nosso maior patrimônio – o trabalhador -, que ele seja respeitado e valorizado. Não abrimos mão de manter seus salários e benefícios a que têm direito, sejam os trabalhadores da construção civil, sejam os da corretora, da consultoria ou da Vita Ambiental. Mantemos o respeito à vida também, oferecendo os EPIs necessários e sempre colocando em primeiro lugar o respeito àqueles que mais contribuem para o nosso sucesso. São eles que fazem o contato na ponta com os nossos clientes e associados e eles é que precisam levar a imagem digna da empresa. Precisam ser trabalhadores bem remunerados e em dia, pois eles são a imagem mais digna que podemos apresentar”.
Para finalizar, o empresário analisou o atual momento de crise que enfrenta o Brasil . “Essa não é a primeira crise que passamos e nem será a última. Sou uma pessoa muito otimista e criamos alguns trabalhos durante a crise. Ela faz com que a gente pense, saia da zona de conforto. A gente nota que o Brasil viveu seu céu de brigadeiro enquanto no exterior a crise era grande e agora ela chegou pra gente, de forma pontual, muito em função dos reflexos da globalização. Se faz necessário também ressaltar que ela nada tem a ver com questões como Lavajato e outros relacionamentos políticos, mas como explodiu nessa hora, o brasileiro costuma colocar dentro do mesmo pacote. Mas enfim, eu acredito na recuperação da nossa economia e vamos sair dessa situação”, frisou.

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