Manhã de homenagem e memória a Genebaldo Nunes

olha aiDurante a quarta-feira, 20, o campus de Itapetinga dedicou algumas horas para homenagear o professor Genebaldo Sales Nunes, que morreu no último dia 11, em Salvador. Familiares, amigos, servidores e alunos participaram do momento, destacando a simplicidade, fé, carisma e humildade que tanto marcaram o professor.

Genebaldo era graduado em Química pela Universidade Federal da Bahia (Ufba) e pela mesma instituição tornou-se mestre em 1999. Em 2005 tornou-se doutor pela Universidade de São Paulo (Usp) e há 14 anos fazia parte do quadro de docentes da Uesb, tendo passado pelas classes assistente, adjunto e titular. O professor também era docente permanente dos Programas de Pós-Graduação em Química e de Ciências Ambientais, representante da Área de Ciências Exatas do Comitê Interno de Iniciação Científica, além de coordenador de Pesquisa do campus de Itapetinga desde 2010.

Suas pesquisas foram desenvolvidas nas áreas de catálise, ciências de materiais, química supramolecular e química ambiental, orientando alunos no mestrado e também na iniciação científica. No início da homenagem, a prefeita de campus Risia Chaves desejou emocionada “que os frutos do seu trabalho sejam perpetuados por aqueles que conviveram com ele”.

Para o reitor da Uesb, Paulo Roberto Pinto Santos, “Genebaldo foi importante para o crescimento da Universidade. Ele fez a diferença dentro da Instituição, na construção da Universidade e consequentemente para toda a região e para a comunidade científica do estado”. Ainda na opinião do reitor, “neste momento de saudade e despedida é preciso aproveitar este legado de Genebaldo para fazer uma reflexão, para que a gente possa de fato estabelecer a nossa convivência com amor e dedicação, fazendo a construção dessa carreira da vida”.

“O meu apreço estará sempre guardado, com relação à memória de Genebaldo. Peço a todos que orem por sua família, porque nós estamos sofrendo como amigos, colegas e alunos, mas a maior dor está no coração deles, que perderam um ente querido. Temos hoje que pensar em preservar e guardar a memória dele e o legado que ele deixoue”, destacou a pró-reitora Alexilda Oliveira, amiga e colega do professor.

Por Mellina Montanha

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