Mais um notável filho de Itororó que se destaca em outra cidade

veFilho de um pecuarista e de uma servidora pública da área da educação, Marcelo Alves de Santana é neto do casal de fazendeiros Ursulino Ramos e Auta Souza Ramos, por isso, o garoto dividia sua criancice entre a montaria e a corrida no campo de gado, com o desenho artístico que já fluía em sua mente desde muito cedo. A propriedade rural dos seus avós fica no entorno da cidade de Itororó e ali Marcelo passava o dia, após sair da escola, montando cavalo e correndo gado, mas quando chegava a casa corria para o banho e depois para desenhar casinhas de fazenda com muitos animais em volta.

Marcelo nasceu em Itororó no dia 27 de abril de 1970, fruto do enlace matrimonial que envolve Valmi Ramos de Santana e Marizélia Alves Borges.

Marcelo iniciou seus estudos com as tias Iêda e Iná na Escolinha Mundo da Criança e continuou no Educandário Príncipe Encantado com a tia Glória Leão, ainda na cidade de Itororó. Passou pelos Colégios Getulio Vargas, Naomar Soares de Alcântara e Centro Educacional de Itororó. Concluiu o Ensino Médio na EMARC de Itapetinga. Diplomado Técnico Agropecuário, Marcelo quis dar vazão às suas aptidões, despertadas quando ainda criança, na fazenda dos avós, trabalhando na área da administração rural nos municípios de Boa Vista do Tupy, Alagoinhas e Mucugê – Bahia.

Retornando à região, fez curso de serigrafia e instalou seu ateliê na cidade de Itapetinga, prestando serviços para as cidades de Poções, Itororó e outras da região da pecuária.

Em Itapetinga Marcelo também instalou a sua residência, transferiu seu domicílio eleitoral e constituiu sua nobre família formada pela contabilista Rosimeire, esposa e o garotão Emannuel, adorado filho.

Marcelo Alves de Santana ou Marcelo Visual Stamp também é formado em Gestão Ambiental pela UNOPAR – Universidade Norte do Paraná sediada em Itapetinga.

Também foi diretor da Fundação Cultural Cabana da Ponte e Anfiteatro Sinval Palmeira e atualmente é projetista e gestor cultural em Itapetinga e tem um sonho: acompanhar o crescimento do seu filho mais moço, Emannuel, até vê-lo formado porque a sua primogênita, Marcela, já está casada e já lhe deu Victor, seu primeiro neto…

“Acreditar que sonhar um belo sonho é possível, me fez rebuscar no meu imaginário, com grande veemência, a realização desse sonho dourado. Mas será que é fácil sonhar? Desde criança ouvimos a pergunta pouco comum: o que você gostaria de ser quando crescer? Isso como se fosse fácil prenunciarmos nossa própria projeção de vida. Quem dera fosse assim tão fácil… Durante nossa adolescência passamos a buscar, cada vez mais, com afinco, um lindo sonho para sonhar. E que alegria quando, de repente, surgem pecinhas de um complicado quebra-cabeça que já começam a se juntar dando corpo ao nosso projeto para o futuro. Aos poucos, mas com grande dificuldade, o que queremos sonhar, passa a se desenhar mais visivelmente. É aí que surge a complicada tarefa de decidir o que serei agora que cresci. Será que a profissão que eu escolhi vai garantir o meu futuro? Sabemos que várias são as possibilidades, mas quando mal definidas, ainda maiores são as frustrações. No meu caso, as possibilidades fervilharam e, ao final, a escolha foi por um caminho que me levasse a alcançar, mais que uma profissão, um ideal de vida. Continuo com a convicção de que ainda tenho muito a realizar para ajudar fazer deste mundo um mundo mais digno, cheio de encanto da natureza, de verde na sua verdadeira plenitude e mais humanitário. Um mundo mais fraterno que permita todos sonharem, assim como eu também sonho vê-lo brilhando para todos”…

* Miro Marques é escritor, historiador e radialista

jornaldimensao@yahoo.com.br

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