Mais quatro finalistas são definidos nos Suburbanos

modelo 1Vila Isabel – Verdão e Nacional fizeram da semifinal uma revanche do jogo da primeira fase, quando o Nacional não somente havia vencido o duelo, como também se colocado como um dos favoritos do campeonato. De lá para cá, o Nacional não demonstrou mais o tamanho da sua força, enquanto o seu oponente da semifinal crescia a cada partida. O jogo cheio de respeito entre as duas equipes, não ficou no zero a zero, e Samuel deu a vitória para o Verdão colocando o seu time na final do Suburbano da Vila Isabel.

Vila Riachão – O Colo-Colo entrou em campo defendendo o empate contra a equipe do Vasco. Jogar pelo regulamento pareceu ser o principal propósito do Colo-Colo que levou a partida até o final sem alterações no placar. Juventude e Vasco farão a final e o empate levará a decisão para os pênaltis.

Futebol não jogado!

Depois do jogo contra o México, o Brasil não conseguiu convencer os seus torcedores de que é um dos favoritos ao título da Copa de 2014, e se depender das atuações dos times considerados como intermediários, a caça aos favoritos ainda vai dar muita dor de cabeça durante a primeira fase. O Brasil não jogou uma partida brilhante, nem tampouco apresentou um futebol proeminente aos olhos dos mais otimistas. Mas o que os críticos pouco perceberam foi o fato de que a Seleção Canarinho foi proibida de jogar bola no jogo contra o México. Trocando em miúdos, o adversário brasileiro não se preocupou em jogar o que sabia, mas, sim, anular o futebol dos brasileiros que, por ventura, ainda não encontrou uma estratégia o suficiente para deter esse tipo de tática. A grande verdade do futebol moderno é que as táticas de alguns jogos, mesmo que tenha um resultado bom, não servem pra todos os adversários. A maioria dos times poucos prováveis a conquistar um título de Copa do Mundo tem encontrado no recurso de não deixar o seu adversário jogar, as poucas e promissoras chances de surpreender o seu adversário teoricamente mais forte.
O Brasil acaba praticando um futebol mais “bonito” quando enfrenta times mais abertos e que se expõe, que neste caso, se colocam como igual ao brasileiro. Foi assim que o Brasil achou os espaços contra Croácia que, tem tinha como objetivo a procura constante pela vitória, mesmo reconhecendo o potencial adversário.
Os mexicanos saíram como heróis da rodada, mas comemorar um empate no qual jogou tão mal ou mesmo pior do que os brasileiros, seria como oficializar o futebol não jogado, como bom. Holanda, Itália e até mesmo a própria Argentina estão passando por situações semelhantes, mas talvez não tenham um público tão exigente como o dos brasileiros e a todos os críticos que torcem contra os anfitriões, principalmente a imprensa argentina.
A seleção de Bebeto e Romário foi exatamente assim, mas ninguém foi capaz de deter o título daquele ano, nem mesmo os não favoritos e suas táticas parecidas.

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