Júri do caso Léo Barros foi adiado para o próximo ano

modelo 1– Léo Gordo – esperava que na manhã da última quarta-feira o assassino confesso Lucas José Lacerda Santana sentasse no banco dos réus, como estava agendado pela justiça. Porém, todo o esforço do Poder Judiciário através da Vara de Execuções Penais e do Tribunal do Júri da Comarca de Itapetinga e também do Ministério Público foi em vão, haja vista que o Processo Crime contra o réu Lucas Santana pela morte de Leandro Ferreira Barros foi adiado para o próximo ano.

Segundo informações do Judiciário, isto se deu por conta de troca de advogados no Processo. O profissional que acompanhou Lucas José Lacerda de Santana no início do processo foi um, mas quando a defesa impetrou recurso no Tribunal de Justiça da Bahia e foi deferido o habeas corpus, um outro advogado já estava no cargo e alegou que não tinha condição de defender o réu no Tribinal do Júri, optando por repassar o Processo para um substituto.

O Ministério Público e o Tribunal do Júri foram informados pela defesa do réu sobre tal decisão, o que provocou o adiamento do Júri para o próximo ano, sem data ainda oficializada.

Indignados, familiares de Leandro Ferreira Barros disseram que mesmo assim não perdem o foco e esperam que a justiça possa agir e acreditam na condenação do réu.

 

Lucas Santana, réu confesso

modelo 1No fatídico dia 25 de julho de 2011, depois de ter sido encontrado sem vida dentro de um carro o corpo do jovem Léo Barros em uma estrada vicinal nas proximidades do Parque de Exposições, as primeiras investigações apontaram para um suspeito: um rapaz de cor branca, que usava boné e que no dia do homicídio teria estado na companhia de “Léo Gordo”, em boa parte do dia, dentro do seu carro. Esse rapaz, de acordo os investigadores, seria Lucas, um jovem que residia no Bairro São Francisco e que no dia seguinte ao homicídio não mais foi visto na cidade.

O crime só foi elucidado no dia 1º de agosto de 2011, quando Lucas se apresentou à polícia.

Em princípio, ao delegado ele disse que realmente esteve com a vítima, mas que não teria cometido o homicídio, mas diante do rol de provas apresentado no Inquérito Policial, que já contava com dezenas de páginas, Lucas acabou por confessar que fez dois disparos contra o corpo de Léo Gordo, ceifando a sua vida dentro do seu próprio carro.

Lucas relatou, ainda, na época, de que somente matou Léo porque foi ameaçado de morte por ele: após ouvir a versão de Lucas, o delegado Roberto Júnior solicitou ao DPT de Itapetinga a perícia de Reprodução Simulada dos Fatos (reconstituição).

No local, Lucas contou com detalhes o que tinha acontecido e como se aproveitou da própria arma de Léo para dar fim à sua vida.

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